Resenha: Divergente

sexta-feira, 20 de junho de 2014
Nome: Divergente.
Editora: Rocco.
Páginas: 502
Sinopse: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.
E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Resenha: O livro começa muito bem, continua muito bem e termina muito bem. Foi uma leitura muito gostosa que tive e que recomendo muito. Tris é uma personagem diferente das que conhecemos. Ela não é bonita, não é disputada por dois caras e não é forte como as outras principais de vários livros. Em Divergente nós vemos a evolução dela a cada página, indo da menina fraca, para a menina forte que tem que lidar com o fato de que é Divergente, que não se encaixa na sociedade, que sua personalidade é múltipla
Já no caso das facções, eu achei super legal a autora ter criado um sistema assim no livro. Isso fez com que eu parasse para pensar para qual facção eu iria, e acabei vendo que seria uma Divergente. Lendo esse livro vemos que tem muitas dificuldades em ser tal coisa, pena que descobrimos bem no final do livro, porém isso aumenta a curiosidade e nos faz ler ele rapidamente.
Outra coisa legal é o romance. Ele foi desenvolvido de um jeito certo. Não muito rápido, não muito devagar. Não é algo meloso, e nem algo frio. O romance está no ponto certo que deveria estar.
Bom, depois que a Tris descobre ser uma Divergente ela tem que se disfarçar pois ser Divergente é algo perigoso, então ela escolhe ser da Audácia. Lá ela enfrenta vários desafios pois é uma facção difícil, ainda mais para Tris que sempre viveu na paz na Abnegação, mas depois tudo só piora. Caos. Desordem. As coisas que vão acontecendo do meio do livro para frente são surpreendentes. Você tem que ler! E não se enganem com o pessoal que diz "Não leia Divergente, é igual a Jogos Vorazes." a única semelhança é o gênero das duas histórias: distopia. Ambas histórias são bem diferentes.


E o livro já tem filme. Saiu esse ano mesmo. Ele não é 100% fiel ao livro pois tiveram que tirar algumas coisas que tinha no livro para dar no tempo do filme, mas mesmo assim é fiel. Se você ler o livro e ver o filme, vai gostar do resultado. Claro que no filme a Tris não é feia, até por que Hollywood tem a sua mania de por gente bonita em todo lugar, não é mesmo? 
Chegamos ao fim da resenha, e vamos para a nota: 

                                      9,0

Nos vemos da resenha do segundo livro dessa trilogia, que é Insurgente. Até mais! 

Por: Ana K.

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